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O time do Sambão:
no bar era imbatível

Quando ainda existia o campo do Expedicionários, em 1975, havia um campeonato municipal sem divisões, chamado ‘Heitor Rodrigues’. Participava do torneio qualquer agremiação. Bastava pagar uma taxa imposta pela comissão de esportes para entrar na festa.

Eu fazia parte de uma turma de músicos que frequentava o Bar do Fredolino, onde o samba era o gênero o que ditava o ritmo. E o Bar do Fredolino era o que hoje se chama de 'Point', ponto de encontro da boemia franco-rochense. E o que a gente conseguia fazer de melhor naquela época – além de tomar todas – era cantar e tocar um instrumento musical.

Mas, alguns integrantes dessa turma entenderam que a gente também jogava futebol e tinha condições de disputar um campeonato municipal que ia começar, e os jogos seriam disputados no campo do Expedicionários.

A gente realmente tinha um time de futebol que costumava jogar aos sábados no campo da 2ª Colonia Feminina, aquela que fica no caminho pela estradinha que liga o Juquery até o viaduto Nova Esperança, em Caieiras.

E o Rodoaldo Cavalheri (Nê da Etelvina) o Cotequinho e o Roberto Seixas em contato com Ari Grecco (o Zizi), que organizava o campeonato, decidiram inscrever nosso time, que levava o nome de ‘Sambão’. O uniforme era de cor laranja, inspirado no grande time da Holanda que surpreendeu o mundo com o Carrossel Holandês, na Alemanha em 1974. A comparação parava aí. Só na cor do uniforme, porque o time mais perdia do que ganhava.

E não é que o time foi tão bem no campeonato, que no ano seguinte inscreveram o Sambão para disputar a Taça Arizona. Não fomos muito longe nesse torneio, mas no jogo que disputamos contra o Santa Cecilia, da Barra Funda, que tinha torcida, médico, e comissão técnica, arrancamos um empate difícil de engolir pelos adversários.

No ano seguinte decidimos que futebol para nós era apenas uma opção de lazer e diversão. Aliás, quando a gente perdia, o Nê costumava dizer para os adversários: “Vocês são bons aqui no campo. Quero ver vocês ganharem da gente, lá no bar”.

Texto: Benedito Coutinho

 

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