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São Francisco de Assis

Francisco que não viveu uma época histórica viveu a humanidade.

Francisco que passou pelos séculos e chegou até aqui, não porque existiu, mas porque viveu. Viveu um ideal apaixonante, uma direção certa, um coração vibrante e uma razão para viver.

Francisco um apaixonado pela vida. Com ele, os pássaros cantam, as águas murmuram, as cores falam, as árvores caminham, as flores batem palmas e o universo se torna uma orquestra. 

Uma igrejinha esta abandonada. Ninguém mais freqüenta, na parede tem um crucifixo, Francisco fica contemplando-o. Ouve uma voz: “Francisco não vê como minha Igreja esta em ruínas? Conserta-a pra mim”. Francisco começa a reformar a igreja de São Damião, mais tarde a igreja de Santa Maria da Porciúncula. Somente depois que Francisco percebe que a Igreja que está em ruínas é a Igreja feita de gentes. Gente que vive em desunião. A Igreja aburguesada e luxuosa, com o luxo dos seus chefes. Era a Igreja popular que vivia em constantes brigas entre si.  Eram os movimentos religiosos que surgiam para criticar e combater a situação da Igreja e cada um vivendo em volta do seu “umbigo”, se achando o melhor, o mais cristão.

Francisco não critica ninguém, constrói, realiza, coloca as mãos á serviço para edificar a Igreja.

Francisco é uma Igreja nova. A mesma Igreja de Cristo, dos apóstolos, do Papa e dos povos cristãos. Uma Igreja viva e atuante, de paz e unidade, sinal do Reino de Deus.

Na primavera de 1209, Francisco e seus 11 companheiros foram para Roma. Doze sonhadores que tentavam viver o Evangelho. Estavam numa grande sala sob os olhares do Papa Inocêncio III e dos cardeais. Nada pedem, não entregam nenhum manifesto, estão rodeados de luxo e normas que encobrem a mensagem do Evangelho. Somente pedem uma coisa: Viver o Evangelho e que mostrar ao mundo que Cristo não pregou nenhum absurdo, sua simplicidade e amor ao Evangelho comove o Papa. Eles voltam para Assis, sem soberba de vitoriosos, mas como missionários a serviço do Reino de Deus.

Francisco celebrou a vinda de Deus ao mundo (Natal).

Para ele, Deus é a encarnação da humildade que se encontra nas mínimas coisas: numa criança que nasce no estábulo, no meio da indigência, da falta de abrigo, na pobreza e na miséria, em todas as necessidades criadas por uma economia e uma política que permitem a situação de refugiados e exilados, de pobres, dependentes químicos, como se fossem uma espécie de sub produto. Francisco acolhe estes e os convoca para a Missão, devolve-lhes a dignidade de Filhos e Filhas de Deus.

 

Texto: Tuca Machado       

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