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ENTREVISTA COM KIKO CELEGUIM

Prefeito de Franco da Rocha reeleito pela população para os próximos quatro anos à frente da prefeitura

“Maior desafio é manter o que nós criamos”

Juca Post — A sua reeleição é um sinal que a população acreditou em seu trabalho à frente da prefeitura de Franco da Rocha. Sabemos, entretanto, que nesses quatro anos não foi tempo suficiente para a conclusão de algumas obras de seu projeto de governo. Em sua opinião, qual seria a mais relevante?

Kiko Celeguim — Inicialmente, queria agradecer a oportunidade que o jornal Juca Post está me oferecendo para me comunicar com o franco-rochense. Com relação à pergunta, não acredito em uma única obra. Temos várias que são importantes para a cidade. Acredito que a FATEC, a Faculdade de Franco da Rocha, é a que vai levar mais tempo para sua conclusão. Mas tem o Piscinão de Água Vermelha que também ficou sem conclusão. Tem também o Terminal Oeste, que fica na parte baixa da cidade, e o projeto seria para onde está atualmente a Feira. 

JP — Há mais projetos para o centro da cidade?

Kiko — Estou muito esperançoso com o potencial de investimento privado que a cidade vai ter nos próximos anos no centro da cidade. Tem a construção de um Shopping Center no centro da cidade, um investimento na ordem de R$40 milhões e que vai gerar cerca 40 empregos diretos. Temos também três grandes projetos de loteamentos industriais que estão em fase de aprovação pelo governo do Estado, e que deverão ser implantados em nossa divisa com os municípios de Cajamar e Jundiaí.

 JP — E tem o Parque da cidade?

Kiko — Exatamente. Deve ser entregue para a população em novembro, no aniversário da cidade.

JP — Quais os desafios que você considera mais difíceis?

Kiko — É o de manter os serviços que a gente criou. Como por exemplo, a nova UPA, que é maior, custa mais. Os ginásios de esporte que nós entregamos para a população, temos que manter isso funcionando.

JP — Na questão da área da Saúde, como foi que a prefeitura lidou com o fato da demanda ter aumentado, uma vez que a cidade perdeu o Hospital do Juquery que ajudava nesse aspecto?

Kiko — Fomos perdendo o Juquery aos poucos.  De certa forma, ele atendia nossa população. Então tivemos que improvisar a Praça da Saúde num local onde anteriormente havia uma colônia do Juquery. Não havia água encanada. Tínhamos que abastecer o local com caminhão pipa. Era uma situação desconfortável.

JP — Hoje a cidade conta com o serviço de uma UPA, UBS e Praça da Saúde. O cidadão que precisa de um atendimento médico hoje, ele deve se dirigir para qual local?

Kiko — Se for um problema de saúde emergencial, como uma dor aguda, um mal que está incomodando muito, ele deve se dirigir a UPA. Se for um problema crônico, algo que precisa de um tratamento de longo prazo, deve se dirigir até a uma Unidade Básica de Saúde.

JP — Como fica o Hospital novo, o Albano Franco, nesse contexto?

Kiko — Ele é um hospital de referência. Só atende casos graves. Casos de acidentes e de cirurgia. Ele é um Pronto Socorro de portas fechadas. Para cada 10 casos de emergência, 8 a UPA resolve. Franco da Rocha, nesses quatro anos, foi a única cidade que ampliou serviços de saúde na região. 

JP— Havia um desconforto por parte da população em compartilhar atendimentos na área da saúde com a população carcerária do município. Notamos que não há mais isso. Como foi resolvida essa questão?

Kiko — Nós criamos uma equipe médica para atender a população prisional, dentro dessas unidades. Dessa forma não há a necessidade de tirar o preso desse local para ser atendido em nossa rede, e com isso, garante maior segurança para todos.

JP — Nesse projeto do ‘Mais Médicos’, como fica o caso dos médicos cubanos?

Kiko — A Dilma renovou o contrato deles antes de sair da presidência, e o presidente Michel Temer, a princípio, pretende manter esse convênio com Cuba.

JP — No encerramento dessa entrevista, você teria algo mais para acrescentar?

Kiko — Gostaria de agradecer ao povo franco-rochense que aprovou meu trabalho e está me dando essa oportunidade de dar continuidade por mais quatro anos e tranquilizar a todos que nosso objetivo nesses próximos anos é manter a responsabilidade fiscal, trabalhando e investindo para melhorar a vida das pessoas.

 

Kiko conversa com Tuca Machado do jornal Juca Post

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